Segundo o ex-integrante do Mobbers, a situação aconteceu após ele ofender em pleno palco durante um espetáculo organizado pela produtora, revelou...
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| Don Altifridi | Cage One - Foto: RAP HOP |
O rapper, Don Altifridi, revelou durante uma entrevista recente, que foi impedido de participar nos eventos da LS Republicano, por decisão de Cage One.
Segundo o ex-integrante do Mobbers, a situação aconteceu após ele ofender em pleno palco durante um espetáculo organizado pela produtora, revelou o rapper, durante a recente entrevista no podcast, Artigo 40, apresentado por Inamoto.
Altifridi afirmou ainda que o diretor artístico, Cage One, decidiu bloqueá-lo dos eventos da LS Republicano após o incidente.
Apesar disso, o rapper reconheceu que Cage One teve motivos para tomar a decisão, admitindo que não foi correto ofender publicamente.
Após as declarações do rapper sobre o ocorrido, fãs nas redes sociais, lembraram o caso com os kuduristas, Mano Chaba e Dada 2.
A participação de Altifridi gerou um impacto nas redes sociais, reacendendo debates antigos sobre a influência de certas produtoras e artistas no mercado nacional.
Aqui está um resumo dos pontos centrais abordados e o contexto das polêmicas mencionadas:
O relato de Don Altifridi
No podcast, Don Altifridi expôs o que ele considera ser um "bloqueio sistemático" à sua carreira e a de outros artistas. O rapper afirmou que existe uma influência significativa da produtora LS Republicano (frequentemente citada como uma força dominante na indústria) que, segundo ele, dita quem pode ou não subir aos grandes palcos em Angola.
A denúncia
Ele argumentou que, ao tentar se posicionar no mercado, encontrou barreiras que não seriam baseadas apenas na qualidade musical, mas em acordos de bastidores e relações de poder que privilegiam artistas ligados a certos grupos.
A relação com Cage One
Altifridi direcionou críticas severas a Cage One, sugerindo que o artista atua como um "gatekeeper" (guardião) que utiliza a sua influência e proximidade com promotores e produtores para limitar o espaço de outros músicos.
As polêmicas envolvendo Cage One
O nome de Cage One é frequentemente associado a controvérsias no meio musical angolano. O depoimento de Don Altifridi trouxe à tona histórias que já circulavam nos corredores do entretenimento:
O "poder de veto"
Acusações de que Cage One,
por vezes, influenciaria a decisão de organizadores de eventos sobre quem entra ou sai de um line-up.
Incidentes em palco
A menção ao desligamento de microfones é uma das acusações mais graves e sensíveis no meio artístico:
Dada 2
Foi citado o episódio em que o Kudurista teria tido o seu som cortado ou a sua atuação interrompida enquanto ainda estava em palco, algo visto como uma falta de respeito profissional.
Mano Chaba (falecido)
A menção a este nome traz um peso emocional grande. As alegações de que o artista teria sofrido interferências na sua performance em eventos onde Cage One também estava presente são recorrentes em debates de redes sociais e fóruns de fãs, sendo usadas como exemplo da "mão pesada" que alguns artistas exercem sobre os outros.
O Impacto na indústria
Este tipo de revelação expõe uma ferida aberta na música angolana: a falta de uma regulação clara e a concentração de poder em mãos de poucas produtoras e figuras proeminentes.





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